sábado, 8 de julho de 2017

Febre amarela tem risco de voltar a ser urbana

A febre amarela – doença cuja versão silvestre registrou em Minas Gerais neste ano o pior surto da história recente do país – tem potencial para tornar concreto um dos maiores pesadelos das autoridades sanitárias: voltar a ser uma enfermidade urbana.
É o que aponta pesquisa dos institutos Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e Evandro Chagas, em parceria com o Instituto Pasteur, de Paris. O trabalho, publicado ontem na revista Scientific Reports, indicou que mosquitos ambientados nas cidades, como o Aedes aegypti e Aedes albopictus, têm elevada capacidade para a transmissão do vírus da doença.

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